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Como receber as novidades da Netflix antes de todo mundo

São Paulo – Assim como o WhatsApp, a Netflix possui um programa de testes aberto ao público. Quem tiver interesse, pode optar por receber os novos recursos da plataforma antes de elas serem liberadas para todo mundo.
Se você quiser, é preciso acessar o site da Netflix e clicar na opção “Conta” no menu que fica no canto superior direito da tela. Depois disso, dirija-se ao submenu chamado “Configurações” e selecione “Participação em testes”.
Ao ativar esse recurso, você passará a integrar o grupo de pessoas para o qual a Netflix libera suas novidades, em um formato de oferta chamado “beta público”.
Nem tudo que você, testador, tiver à sua disposição será liberado ao grande público. Por isso, participar desse programa de testes é uma boa opção apenas para quem é entusiasta de novidades na plataforma e está consciente de que está usando uma versão diferente, talvez até menos estável, da Netflix.
Claro, a qualquer momento você pode deixar de integrar o grupo de testes, basta fazer o caminho reverso do explicado acima.
Fonte:https://exame.abril.com.br/tecnologia/como-receber-as-novidades-da-netflix-antes-de-todo-mundo/

A surpreendente descoberta sobre o núcleo do Sol que intriga cientistas



O núcleo do Sol gira quase quatro vezes mais rápido do que a superfície da estrela.
A descoberta, publicada na revista Astronomy and Astrophysics, surpreendeu os cientistas.
A ideia de que o núcleo solar pudesse girar mais rápido do que sua superfície era motivo de especulação há mais de duas décadas, mas o fenômeno nunca tinha sido de fato medido.
"A explicação mais plausível é que a rotação do núcleo seja um resquício do período em que o Sol se formou, há cerca de 4,6 bilhões de anos", afirma Roger Ulrich, professor emérito da Universidade da Califórnia em Los Angeles e um dos autores do estudo.
"É muito emocionante pensar que descobrimos uma relíquia da formação do Sol", acrescenta o cientista, que estuda o interior do astro há mais de 40 anos.

Quando o Sol nasceu

Rotação mais rápida no núcleo do Sol pode ser um vestígio da formação da estrela© Foto: Nasa Rotação mais rápida no núcleo do Sol pode ser um vestígio da formação da estrela
A rotação do núcleo solar pode dar pistas sobre o processo de formação da estrela.
De acordo com Ulrich, após o nascimento do Sol, o vento solar provavelmente desacelerou a rotação da parte mais externa da estrela.
A rotação também pode ter impacto sobre as manchas solares, segundo o especialista.
As manchas solares são áreas do Sol com uma temperatura mais baixa do que o ambiente e elevada atividade magnética.
Uma única mancha pode ter diâmetro semelhante ao da Terra.

Oscilações

Os pesquisadores analisaram as ondas acústicas na superfície da atmosfera solar - algumas penetram no núcleo e interagem com outras ondas.
As áreas brancas da imagem correspondem às zonas do Sol em que o campo magnético é mais forte© Foto: Sol As áreas brancas da imagem correspondem às zonas do Sol em que o campo magnético é mais forte
Ao medir as ondas sonoras, os cientistas determinaram com precisão o tempo que essas ondas levam para ir e voltar da superfície para o centro do Sol.
Os cálculos foram baseados em dados coletados durante 16 anos de observações com um instrumento chamado Golf, sigla para Global Oscillations at Low Frequency (Oscilações Globais de Baixa Frequência).
O instrumento se encontra, por sua vez, em uma sonda especial chamada SoHo, abreviação paraSolar and Heliospheric Observatory(Observatório Solar e Heliosférico), projeto da NASA em parceria com a Agência Espacial Europeia.

15 milhões de graus

O núcleo do Sol também se diferencia da superfície em outro sentido.
A temperatura do núcleo é de cerca de 27 milhões de graus Fahrenheit ou 15 milhões de graus Celsius. Já a superfície da estrela é menos quente, com temperatura de aproximadamente 10 mil graus Fahrenheit ou 5,5 mil graus Celsius.
Enviada ao espaço em 2 de dezembro de 1995 para estudar o núcleo do Sol, a atmosfera solar e os ventos solares, a sonda SoHo segue em operação.

Fonte:http://www.msn.com/pt-br/noticias/ciencia-e-tecnologia/a-surpreendente-descoberta-sobre-o-n%C3%BAcleo-do-sol-que-intriga-cientistas/ar-AApp4RR?ocid=ob-fb-ptbr-48

Facebook começa a cobrar para o usuário ler notícias



Você vive caçando notícias  para ler no Facebook? Prepare o bolso porque a empresa vai começar a cobrar dos usuários para ler notícias. A informação, que até pouco tempo atrás era boato, foi confirmada por Campbell Brown, diretora do Facebook.  "Uma das coisas que ouvimos (…) de muitos jornais e publicações digitais é: 'Queremos um produto por assinatura — queremos poder ver um paywall no Facebook. E isso é algo que estamos fazendo agora", disse a executiva durante uma conferência em Nova York. A informação é do Olhar Digital. 
O novo modelo de consumo vai funcionar com os Instant Articles, ferramenta que leva as notícias para dentro do Facebook em um formato mais suave. Ainda de acordo com o Olhar Digital, a ideia é deixar que os usuários leiam 10 notícias gratuitamente e comecem a pagar a partir daí.
De acordo com Brown, os testes iniciais da novidade serão abertos em outubro, caso haja sucesso nas tentativas, o produto vai funcionar de uma maneira mais expansiva em 2018.



Fonte:http://www.ibahia.com/detalhe/noticia/facebook-comeca-a-cobrar-para-o-usuario-ler-noticias/


WhatsApp pode reproduzir vídeos do YouTube nas mensagens, diz site WABetaInfo

Vídeos Youtbe enviados por WhatsApp podem ter reprodução direta do aplicativo. O novo recurso foi descoberto em uma versão de testes do programa estudada pelo site WABetaInfo, que, apesar de não ter ligação oficial com a companhia, costuma antecipar novos recursos do aplicativo.
De acordo com o site, a função foi descoberta no código de uma atualização do WhatsApp para iPhone. A novidade possibilita que os links de vídeos do YouTube contidos nas mensagens sejam abertos na tela de mensagens, em tamanho reduzido. Isso permite assistir ao conteúdo sem sair da

Scuderia Cameron Glickenhaus agora é fabricante americano e bólido parte de US$ 2 milhões

A Scuderia Cameron Glickenhaus do colecionador James Glickenhaus finalmente virou fabricante de veículos nos EUA. O novo status dá à empresa a oportunidade de poder comercializar o SCG003 em três versões: S, CS e C.

Com entregas a partir de 2018 ou 2019, o SCG003 poderá ter produção de até 325 carros por ano, sem exigências adicionais de segurança por parte da NHTSA. Ainda assim, a Scuderia Cameron Glickenhaus fará apenas de quatro a seis carros em 2018 e espera duplicar esse número no ano seguinte.

Amazon obtém vitória em briga com Brasil e Peru por domínio '.amazon'


Três anos após perder a batalha para registrar o domínio de internet “.amazon”, a Amazon conseguiu uma vitória com um parecer favorável de uma comissão independente de revisão do caso.

Brasil e Peru defendiam que conceder esse direito a uma empresa privada prejudicaria a “proteção, promoção e divulgação de questões relacionadas ao bioma da Amazônia” e dificultaria o uso do domínio pela “população que habita esta área”.
·                   ICANN é a responsável por gerenciar a distribuição de sites ".com" e ".br"
·                   Em 2011, a ICANN aprovou a liberaração de domínios do tipo ".qualquer"
·                   Em 2012, a Amazon pediu o registro do ".amazon"
·                   Em 2013, Brasil e Peru se opuseram à concessão do domínio por ser a tradução em inglês do nome de uma região dos dois países
·                   Em 2014, a ICANN não concedeu o domínio '.amazon' à Amazon
·                   Em julho de 2017, a Amazon recebeu de uma comisão independente de revisão um parecer favorável para que a ICANN reconsidere a decisão.
Essa é uma das maiores controvérsias geradas pela nova política promovida pela Corporação para Atribuição de Nomes e Números na Internet (ICANN, na sigla em inglês). Em 2011, a organização aprovou o plano de liberar endereços de internet do tipo “.qualquercoisa”, além dos que terminam em “.com”, “.net” e “.org”.
Na esteira dessa iniciativa, várias empresas e administrações locais fizeram pedidos. No Brasil, a Globo recebeu o “.globo” e a cidade do Rio de Janeiro pediu o “.rio”, em 2014.


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