Mostrando postagens com marcador Curiosidades. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Curiosidades. Mostrar todas as postagens

Nuvens coloridas chamam a atenção de moradores de Ribeirão Claro

Nuvens coloridas chamaram a atenção de moradores de Ribeirão Claro, norte do Paraná, no último domingo 28. O comerciante André Nassif filmou o fenômenoem uma fazenda da região. “Foi muito bonito. Todo mundo parou para ver”, disse André.
Durante alguns minutos, as cores do arco-íris foram reproduzidas em algumas nuvens. Esse tipo de formação chama-se nuvem iridescente e, segundo o meteorologista Tarcísio da Costa, do Sistema Meteorológico do Paraná (Simepar), trata-se de um fenômeno óptico e não meteorológico. “Houve uma refração da luz solar nas nuvens. É o mesmo princípio do arco-íris, só que nas nuvens”, explica Costa. Ele ressalta que o fenômeno ocorre principalmente com nuvens mais altas. 
Fonte:https://veja.abril.com.br/blog/parana/nuvens-coloridas-chamam-a-atencao-de-moradores-de-ribeirao-claro/

Entenda o que significam Lua Azul, Superlua e Lua de Sangue

O dia 31 de janeiro vai reunir três fenômenos lunares: a condição de Lua de Sangue, de Lua Azul e de Superlua. Os eventos vão ocorrer na mesma noite e despertam bastante curiosidade. Todas as vezes em que se sabe que vai haver uma Lua Azul, uma Lua de Sangue ou uma Super Lua, as pessoas se perguntam se a Astrologia pode ajudar a compreender o momento e se ocorrerá algo de diferente em função da posição dos astros. Entenda o que cada uma das três luas significa e os seus efeitos.
Entenda o que significam Lua Azul, Superlua e Lua de Sangue
Lua Azul
Apesar do belo nome, trata-se apenas da segunda Lua cheia do mês. Estando, portanto, mais ligada ao calendário gregoriano, adotado pela maioria dos países, do que propriamente à Astrologia. Deve ser entendida, portanto, como uma fase lunar cheia. Esta fase - de Lua Cheia - reverbera o que está no céu astrológico como um todo. Sendo assim, se o céu está animado, ficamos ainda mais extrovertidos. Se há um céu explosivo e irritável, será ampliado, e as emoções ficam mais evidenciadas.
Superlua
O termo foi usado pelo astrólogo Richard Nolle, em 1979, e diz respeito à Lua estar 90% próxima de seu perigeu - ponto na órbita de um astro em que ele fica mais próxima do nosso planeta. É uma Lua cheia, só que "maior", mais próxima da Terra.
Há quem diga que a verdadeira Superlua deveria estar 99% próxima do perigeu, como foi o caso da que ocorreu no dia 1º de janeiro de 2018. Dentro dos critérios de Nolle, contudo, ocorrem cerca de uma a seis Superluas por ano. Alguns astrólogos tendem a associá-la a um aumento de catástrofes naturais no período de até cinco dias antes e depois dela. Porém, não há consenso na comunidade astrológica sobre se ela realmente teria efeitos de "Superlua" ou se há apenas uma Lua cheia que aparenta ser maior e mais brilhante vista da Terra, e que depende do restante do céu como um todo. Além disso, como qualquer Lua Cheia, ela vai amplificar o que estiver no céu.
Como ver a Superlua?
Astrônomos aconselham dois horários como os mais propícios para admirar o fenômeno da Superlua: um pouco antes de a Lua se por no horizonte ou minutos após ela surgir no céu, no início da noite. O que permitiria vê-la mais brilhante e maior, devido à comparação que os olhos fazem com elementos como prédios e montanhas.
Não demanda muito esforço para ver um eclipse. Identifique o ponto cardeal leste, que é onde o Sol e a Lua nascem. Mesmo que você não saiba onde fica, olhe para onde o Sol está se pondo no horizonte. O leste estará exatamente o inverso, às suas costas.
Lua de Sangue
É a Lua Cheia em que ocorre um eclipse lunar total, em que este astro fica ocultado pela sombra da Terra, o que faz com que a Lua exiba uma coloração avermelhada. Daí, o apelido "Lua de sangue". Apesar do nome um tanto assustador, o mais importante é entender que se trata de um eclipse da Lua, evento que tende a mexer com o inconsciente. Os eclipsessão fenômenos importantes envolvendo Sol e Lua.
Os eclipses lunares, como é o caso da Lua de Sangue, ocultam a Lua. A Lua, na Astrologia, rege o passado, aquilo que é conhecido. Portanto, no eclipse lunar, há um convite ou acontecimento para se deixar algo do passado ou algo a que você esteja habituado. O importante é entender que haverá um espaço de até seis meses para isto acontecer. E que é mais significativo quando um eclipse cai até 3 graus de um planeta seu. (Veja sua Amostra Mini e observe o posicionamento dos planetas em graus).
Caso você tenha a Lua em Leão, na Casa 6, dos empregados, no grau 9. O eclipse lunar vai acontecer no grau 11:37 de Leão. Ou seja, até 3 graus da sua Lua. Vamos supor que você tenha um funcionário muito querido.... No período de seis meses, até 31/07, talvez ele lhe comunique que pretende deixar o emprego. Essa pessoa é uma presença enraizada na sua vida, e o deixará. Ou seja, o passado foi mexido. Neste caso, em relação a Lua, ligado a uma pessoa com quem você estabeleceu um vínculo.
Caso esse mesmo eclipse caísse até 3 graus do seu Urano, na Casa 6, que é uma casa de trabalho, talvez, um sistema (Urano rege tecnologia) fosse descontinuado para entrar um outro totalmente novo. Ou seja, um outro rompimento com o passado.
Sendo assim, as semanas que antecedem e precedem um eclipse tendem a gerar um tanto de dúvidas e incertezas ou pouca clareza nos acontecimentos deste período.
Dia 31 de janeiro de 2018 reúne os três fenômenos
O dia 31 de janeiro tem a particularidade de reunir os três nomes: é uma Lua Azul (ou seja, a segunda Lua cheia do mês, uma simples questão de calendário), uma "Lua de Sangue (eclipse lunar total, que nesta data será visível no leste asiático, Oceania e oeste da América do Norte) e uma Super Lua (proximidade de 90% com o perigeu). Ocorre no grau 11:37 de Leão. Sendo, portanto, significativa, nos seis meses seguintes, para quem tem pontos ou planetas entre 8 a 14 graus de Leão e Aquário.
De todos os fenômenos, o mais importante mesmo é o eclipse lunar (chamado também de Lua de Sangue), já que a Lua Azul (segunda Lua Cheia do mês) não tem relevância do ponto de vista da Astrologia e a Superlua não tem comprovação astrológica e um consenso de que se trata de uma Lua cheia mais potente que outras. 
Fonte:https://www.msn.com/pt-br/estilo-de-vida/horoscopo/entenda-o-que-significam-lua-azul-superlua-e-lua-de-sangue/ar-BBIsXGQ?li=AAggXC1

Venezuelanos já comem comida de cachorro, diz ONG

Prateleiras vazias em açougue, localizado no interior de supermercado em Caracas, na Venezuela - 09/01/2018

A crise na Venezuela atingiu um novo patamar nos últimos dias. A Provea, ONG de defesa dos direitos humanos, percorreu supermercados em Caracas e constatou que os venezuelanos começaram a consumir comida para cachorro e ração de galinha. Nesta quinta-feira, quatro pessoas morreram em saques e confrontos com a polícia causados pela falta de comida, aumentando para sete o número de mortos nas últimas duas semanas.
Carlos Patiño,  um dos diretores da Provea, disse nesta sexta-feira ao jornal O Estado de S. Paulo que rumores de que a população estava consumindo comida para animais fizeram a ONG percorrer vários supermercados de Caracas, nos últimos dias de dezembro e no início de janeiro. Entre os locais visitados está o Ipsfa, no Centro Comercial Los Proceres, shopping center de um bairro de classe média da capital.
 A primeira constatação foi a presença de uma espécie de embutido congelado para cachorro sendo comercializado nas gôndolas, em lugar de carne para consumo humano. Ao entrevistar as pessoas que compravam o produto, os pesquisadores escutaram histórias parecidas envolvendo receitas diferentes. Alguns preparavam a comida para cachorro com ovos mexidos. Outros, faziam uma gororoba com arroz, para disfarçar o sabor.
“As pessoas estão comendo uma espécie de salsicha para cachorro. É uma mistura de partes não comestíveis do frango: ossos triturados, penas, pele e cartilagem”, disse Patiño. “Médicos que consultamos afirmam que o consumo humano desse tipo de produto é altamente perigoso, porque o processamento não segue padrões de higiene.”
Mulheres caminham próximas de prateleiras vazias de supermercado em Caracas, na Venezuela - 09/01/2018
De acordo com Patiño, a ração para galinhas também passou a ser consumida com frequência, em substituição ao arroz, por ser mais econômica e render mais. É cada vez mais comum, segundo ele, relatos de famílias que não conseguem mais comprar comida.
A crise humanitária na Venezuela não é só causada pela escassez. O preço dos alimentos também atingiu um patamar proibitivo para a maioria dos venezuelanos. O salário mínimo é de 456 000 bolívares, o equivalente a US$ 136 na utopia do câmbio oficial e US$ 2,5 na realidade do câmbio paralelo.
Um quilo de açúcar custa em média 155 mil bolívares – um terço do salário mínimo. O litro de leite pode ser encontrado por 60 mil bolívares, cerca de 15% de um salário mínimo.
Prateleiras são vistas parcialmente vazias em um supermercado de Caracas, na Venezuela - 06/01/2018
Ontem, no Estado de Mérida, quatro pessoas morreram em distúrbios causados pela falta de comida – 16 pessoas foram feridas por tiros disparados pela polícia. Nas últimas duas semanas, foram sete mortos em situações semelhantes. Em carta aberta ao presidente Nicolás Maduro, um grupo de economistas alertou ontem que a inflação na Venezuela pode fechar 2018 em 400.000%.
(com Agência Estado)
Fonte:https://veja.abril.com.br/mundo/venezuelanos-ja-comem-comida-de-cachorro-diz-ong/

Jogador de futebol mais velho do mundo renova contrato

Kazuyoshi Miura, de 50 anos, prolongou nesta quinta-feira (11/01) seu contrato com o Yokohama, da 2ª divisão do futebol japonês, por mais um ano. O veterano atacante, conhecido como Kazu, atuou por quase uma década no futebol brasileiro e defendeu as seleções do Japão de futebol e futsal.
O veterano atacante completa 51 anos de idade em fevereiro e, com a extensão de contrato, inicia, assim, sua 33ª temporada como jogador profissional. Na última temporada, Kazu participou de 12 partidas da 2ª divisão da J-League e marcou um gol – na vitória por 1 a 0 contra o Thespakusatsu Gunma, em março de 2017.
Também em março, uma semana antes no empate em 1 a 1 com o V-Varen Nagasaki, Kazu atraiu a atenção da imprensa esportiva por ter se tornado o jogador mais velho a atuar numa partida profissional com a idade de 50 anos e sete dias – ele superou o recorde de longevidade da lenda inglesa Stanley Matthews, que era detentor da marca desde 1965.

Ascensão no Brasil e carreia de recordes

Na temporada de 2017, Kazu participou de 12 partidas da 2ª divisão da J-League e marcou um gol pelo Yokohama© picture-alliance/AP Images/K.Miura Na temporada de 2017, Kazu participou de 12 partidas da 2ª divisão da J-League e marcou um gol pelo Yokohama
A carreira de Kazu é marcada por marcas e recordes. Em 1982, Kazu embarcou sozinho para o Brasil, aos 15 anos, com o sonho de se tornar um jogador profissional. O pai de Kazu era um empresário milionário e apoiou financeiramente a aventura do filho. Kazu atuou quatro anos nas categorias de base do Juventus, em São Paulo.
Em 1986, no Santos, Kazu se tornou o primeiro japonês a jogar no Brasil. Ele seria emprestado ao Palmeiras e ao Matsubara. No ano seguinte, ele se tornou o primeiro jogador asiático a defender as cores de um clube nordestino – Kazu foi campeão alagoano com o CRB.
E Kazu continuou ganhando manchetes na mídia esportiva. Em 1988, foi o primeiro japonês a marcar um gol no futebol brasileiro, quando atuava pelo XV de Jaú, do interior de São Paulo. Ele balançou as redes no Campeonato Paulista em partida contra o Corinthians. No ano seguinte, foi campeão paranaense com o Coritiba, antes de retornar ao Santos em 1990.
Kazu atuou depois ainda por Yomiuri/Verdy Kawasaki (hoje, Tóquio Verdy), Genoa (onde se tornou o primeiro japonês a atuar no Campeonato Italiano, na temporada 1994/1995), Dinamo Zagreb, Kyoto Purple Sanga, Vissel Kobe, Sydney FC e está no Yokohama desde 2005.
Com a seleção do Japão, Kazu foi campeão da Copa da Ásia de 1992 e foi o artilheiro das Eliminatórias Asiáticas para as Copas do Mundo de 1994 (13 gols) e de 1998 (14 gols). Ao todo, ele vestiu a camisa da seleção em 89 partidas e anotou 55 gols – segundo maior artilheiro da história da seleção japonesa. Ele foi eleito o melhor jogador da Ásia, em 1993. No entanto, Kazu nunca disputou uma Copa do Mundo.
O sonho do Mundial foi concretizado em 2012, quando, aos 45 anos, fez parte do elenco da seleção do Japão na Copa do Mundo de futsal, disputada na Tailândia – torneio vencido pelo Brasil. Obviamente, Kazu é também o jogador mais velho a jogar num mundial de futsal.
Fonte:https://www.msn.com/pt-br/esportes/futebol/jogador-de-futebol-mais-velho-do-mundo-renova-contrato/ar-BBIg2rr?li=AAggNbi

China inaugura a ponte de vidro mais longa do mundo

Ponte de vidro mais longa do mundo, na China: A 218 metros do chão, a ponte foi projetada para balançar levemente com o caminhar das pessoas© Reprodução A 218 metros do chão, a ponte foi projetada para balançar levemente com o caminhar das pessoasFoi inaugurada em dezembro, na cidade de Shijiazhuang, no norte da China, a ponte de vidro mais longa do mundo, com 488 metros de extensão. Situada a 218 metros de altura, entre dois penhascos do Parque Hongya, ela foi aberta em uma cerimônia com a presença de aproximadamente 3 mil turistas, que experimentaram em primeira mão a caminhada pelo piso transparente.
Segundo Yang Shaobo, diretor da empresa responsável pela obra, a ponte foi projetada para aguentar mais de 3 mil pessoas de uma vez, porém, para garantir a segurança de todos, só aceitará 600 pessoas ao mesmo tempo.
Ele afirmou ainda que uma equipe de engenheiros deverá checar o estado da ponte todos os dias e que guardas acompanharão turistas com medo e auxiliarão caso alguém desista de completar a travessia, já que a ponte foi projetada para balançar um pouco enquanto as pessoas caminham.
Composta por 1.077 placas de vidro reforçadas por 12 cabos, a ponte pode, de acordo com a agência de notícias EFE, suportar terremotos de até 6 graus de magnitude e furacões de força 12, a maior na escala de Beaufort.
Com a inauguração desta ponte, a China quebrou seu próprio recorde. Até então, a ponte de vidro mais longa do mundo tinha 430 metros de comprimento e ficava no Parque Natural de Zhangjiajie, no sul do país.
Fonte:https://www.msn.com/pt-br/viagem/noticias/china-inaugura-a-ponte-de-vidro-mais-longa-do-mundo/ar-BBHRobb?li=AAggNbi

Dono de lanchonete raspa artistas em latinhas da Coca-Cola



Reprodução
O dono de uma lanchonete no interior do estado do Rio de Janeiro surpreendeu seus consumidores ao tomar uma atitude inusitada em relação às latinhas de Coca-Cola estampadas com imagens de artistas da música brasileira.
Segundo o site BuzzFeed, o dono da Bomburguer decidiu raspar todas as figuras de cantores que apareciam nos produtos, antes de colocá-los à venda. “Quando vi, pensei: ‘não posso colocar isso pra vender aqui, músicas que fazem apologia ao sexo, bebidas, farras, entre outras coisas que não acrescentam nada de bom’”, explicou.
Os artistas estampados nas latinhas fazem parte de uma campanha de fim de ano da Coca, chamada #FanFeat, que tem a participação de Anitta, Luan Santana, Ludmilla, Pabllo Vittar, Projota, Simone & Simaria, Solange Almeida, Thiaguinho e Valesca.

Fonte:https://www.metropoles.com/sai-do-serio/ta-bombando/dono-de-lanchonete-raspa-artistas-em-latinhas-da-coca-cola

A verdadeira história do Natal

Roma, século 2, dia 25 de dezembro. A população está em festa, em homenagem ao nascimento daquele que veio para trazer benevolência, sabedoria e solidariedade aos homens. Cultos religiosos celebram o ícone, nessa que é a data mais sagrada do ano. Enquanto isso, as famílias apreciam os presentes trocados dias antes e se recuperam de uma longa comilança.
Mas não. Essa comemoração não é o Natal. Trata-se de uma homenagem à data de “nascimento” do deus persa Mitra, que representa a luz e, ao longo do século 2, tornou-se uma das divindades mais respeitadas entre os romanos. Qualquer semelhança com o feriado cristão, no entanto, não é mera coincidência.
A história do Natal começa, na verdade, pelo menos 7 mil anos antes do nascimento de Jesus. É tão antiga quanto a civilização e tem um motivo bem prático: celebrar o solstício de inverno, a noite mais longa do ano no hemisfério norte, que acontece no final de dezembro. Dessa madrugada em diante, o sol fica cada vez mais tempo no céu, até o auge do verão. É o ponto de virada das trevas para luz: o “renascimento” do Sol. Num tempo em que o homem deixava de ser um caçador errante e começava a dominar a agricultura, a volta dos dias mais longos significava a certeza de colheitas no ano seguinte. E então era só festa. Na Mesopotâmia, a celebração durava 12 dias. Já os gregos aproveitavam o solstício para cultuar Dionísio, o deus do vinho e da vida mansa, enquanto os egípcios relembravam a passagem do deus Osíris para o mundo dos mortos. Na China, as homenagens eram (e ainda são) para o símbolo do yin-yang, que representa a harmonia da natureza. Até povos antigos da Grã-Bretanha, mais primitivos que seus contemporâneos do Oriente, comemoravam: o forrobodó era em volta de Stonehenge, monumento que começou a ser erguido em 3100 a.C. para marcar a trajetória do Sol ao longo do ano.
A comemoração em Roma, então, era só mais um reflexo de tudo isso. Cultuar Mitra, o deus da luz, no 25 de dezembro era nada mais do que festejar o velho solstício de inverno – pelo calendário atual, diferente daquele dos romanos, o fenômeno na verdade acontece no dia 20 ou 21, dependendo do ano. Seja como for, o culto a Mitra chegou à Europa lá pelo século 4 a.C., quando Alexandre, o Grande, conquistou o Oriente Médio. Centenas de anos depois, soldados romanos viraram devotos da divindade. E ela foi parar no centro do Império.
Mitra, então, ganhou uma celebração exclusiva: o Festival do Sol Invicto. Esse evento passou a fechar outra farra dedicada ao solstício. Era a Saturnália, que durava uma semana e servia para homenagear Saturno, senhor da agricultura. “O ponto inicial dessa comemoração eram os sacrifícios ao deus. Enquanto isso, dentro das casas, todos se felicitavam, comiam e trocavam presentes”, dizem os historiadores Mary Beard e John North no livro Religions of Rome (“Religiões de Roma”, sem tradução para o português). Os mais animados se entregavam a orgias – mas isso os romanos faziam o tempo todo. Bom, enquanto isso, uma religião nanica que não dava bola para essas coisas crescia em Roma: o cristianismo.

Como é uma execução por injeção letal?


Como é uma execução por injeção letal?
Os condenados podem ficar quase uma década isolados antes da execução. Eles são acusados por crimes hediondos (homicídio, estupro, latrocínio etc.). No mundo, 58 países mantêm a pena de morte – por enforcamento, fuzilamento ou decapitação. A injeção letal é usada nos EUA e em países como China e Vietnã. (No Brasil, a última pena de morte foi aplicada em 1876, mas ainda é permitida a execução em casos de crime de guerra.)
Na última semana, o preso passa por uma avaliação médica para verificar sua condição de saúde e se algo pode interferir nos efeitos da injeção. Um dos principais problemas é a dificuldade de encontrar uma veia apropriada, comum em usuários de drogas ou diabéticos.
Em alguns países, como nos EUA, o prisioneiro tem direito de escolher a sua última refeição. O cardápio é aprovado pelo diretor da instituição e não pode ultrapassar um valor predeterminado. Na Flórida, por exemplo, é de US$ 40. O detento pode receber a última visita de familiares, padre ou pastor, ou optar por um telefonema. Ele também é levado para o banho e ganha roupas novas.
1) TIME DA MORTE
Um paramédico, um enfermeiro e um auxiliar preparam as injeções e conectam o prisioneiro ao monitor cardíaco e aos cateteres. Dois executores civis cuidam da aplicação e outra equipe fica na organização – fechar cortinas, acompanhar o condenado…
2) AGULHADA
Tubos com agulhas são conectados aos braços do condenado, que pode realizar um último discurso. As doses e as drogas que ele irá receber podem variar de acordo com as leis do país e até dos estados. Normalmente, são três líquidos transparentes (veja abaixo), que começam a ser administrados em doses cavalares – de cinco a 15 vezes maiores que as dosagens aceitas pela medicina. A morte ocorre após cerca de dez minutos.
Barbitúrico: O anestésico induz o coma e deixa a pessoa inconsciente
Brometo de pancurônio: Relaxante que paralisa os pulmões e o diafragma
Cloreto de potássio: Causa a parada cardíaca
Alguns estados norte-americanos usam o protocolo de apenas uma injeção. Nesse caso, a dose anestésica é 50 vezes acima do normal e inibe a atividade neurológica, paralisa os músculos, os pulmões e o coração. O sistema é parecido com o usado na eutanásia de animais e pode causar óbito em menos de cinco segundos.
3) FIM DA LINHA
Quando o monitor confirma a parada cardíaca, um médico mede a pulsação e atesta a morte do preso. Após a autópsia, o corpo é encaminhado para uma funerária escolhida pela família ou pelo estado. Antes de morrer, o condenado também pode decidir se o seu corpo será doado a uma instituição de ensino.
Cenário macabro
A identidade dos executores é mantida em segredo. Eles devem ser treinados, ter mais de 18 anos, ficha limpa e nenhuma relação com o preso. A sala de execução é pequena e sem adornos. No centro fica uma maca, onde o preso é imobilizado, e alguns aparelhos: monitor cardíaco, microfone e câmera. É comum que os executores fiquem em um cômodo paralelo com fendas e tubos (por onde a injeção é aplicada).
FONTES Site Death PenaltyCornell Law School, Departamento de Justiça dos EUA e relatório anual da ONG Anistia Internacional

O tubarão 'pré-histórico' com 300 dentes capturado por acidente

Quando os biólogos marinhos se depararam com ele na rede de pesca, viram de cara que não se tratava de um animal comum. 
Não se parecia com nada que haviam visto antes. Tinha uma cabeça redonda e uma longa fileira de 300 dentes finos e afiados, típicos de um predador.
Em pouco tempo, constataram que estavam diante do Chlamydoselachus anguineus, chamado popularmente de tubarão-enguia, uma espécie pré-histórica pouco conhecida.
O animal foi capturado, em agosto, próximo a Algarve, no sul de Portugal.
Dentes do tubarão-enguia chamam atenção© Foto: Marian Torres Dentes do tubarão-enguia chamam atenção

'Fóssil vivo'

Embora seja considerado um "fóssil vivo", o tubarão-enguia é uma espécie que se encontra bem distribuída geograficamente. Está presente de Angola ao Chile, da Guiana à Nova Zelândia, da Espanha ao Japão.
Mas pouco se sabe sobre seus hábitos e o tamanho da sua população. Eles costumam viver a muitos metros de profundidade, o que torna difícil encontrá-los e monitorá-los.
Diferentemente da maioria dos tubarões, esta espécie tem uma cabeça redonda, e não achatada© Foto: Marian Torres Diferentemente da maioria dos tubarões, esta espécie tem uma cabeça redonda, e não achatada
No caso do tubarão capturado em Portugal, o animal foi apanhado por uma rede lançada a 700 metros de profundidade.
Mas o que o torna tão especial?

Sobrevivente

"Esse tubarão pertence à única espécie sobrevivente de uma família de tubarões em que todos os outros foram extintos", disse à BBC Margarida Castro, professora e pesquisadora do Centro de Ciências Marinhas da Universidade de Algarve.
"Alguns acreditam que essa espécie remonta ao período Jurássico tardio. Pode ser um pouco mais recente, mas, de qualquer jeito, estamos falando de dezenas de milhares de anos. Por isso, é muito antigo em termos evolutivos. Está na Terra certamente antes do homem", acrescenta.
Castro faz parte do projeto MINOUW, uma iniciativa para minimizar o desperdício de animais que são descartados nos navios de pesca europeus, o que explica a presença de pesquisadores em um barco de pesca comercial.

Predador

Embora a maioria dos tubarões tenha uma cabeça chata, e a do tubarão-enguia seja redonda, as barbatanas e toda parte inferior do corpo não deixam dúvidas de que se trata de um tubarão, e não de uma espécie de enguia.
Mas, segundo a pesquisadora, o que é realmente único neste animal são os dentes.
As barbatanas e a parte inferior do corpo permitem identificar que se trata de um tubarão© Foto: Marian Torres As barbatanas e a parte inferior do corpo permitem identificar que se trata de um tubarão
"Ele tem uma grande fileira de dentes perpendiculares à mandíbula. São muito afiados, finos e apontam para dentro. Isso permite a ele pegar presas grandes e não deixá-las escapar, os dentes as impedem de sair", explica Castro.
"Claramente se trata de um predador muito agressivo", completa.
A espécie capturada em Portugal era um macho adulto de 1,5 metro de comprimento. Quando o animal foi retirado do mar, já estava morto.
"A partir dessa profundidade, a maioria dos peixes chega morta. A rede sobe muito rápido, e eles não sobrevivem à súbita mudança de pressão", esclarece.

Risco de extinção?

A escassez de informação sobre a espécie dificulta saber, inclusive, se ela corre risco de extinção.
A União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN, na sigla em inglês) classifica o tubarão-enguia como uma espécie "quase ameaçada", devido ao receio de que a expansão da pesca em águas profundas aumente os casos de captura acidental.
Para Castro, no entanto, ainda é muito difícil responder se é realmente uma espécie ameaçada.
"Não sabemos qual é a proporção de captura. Se a taxa de pesca é proporcional ao quão rara é sua presença no oceano, então estamos diante de uma espécie ameaçada de extinção, mas não temos essa informação neste momento", aponta.

Fonte:https://www.msn.com/pt-br/noticias/curiosidades/o-tubar%C3%A3o-pr%C3%A9-hist%C3%B3rico-com-300-dentes-capturado-por-acidente/ar-BBENSID?li=AAggNbi

Por que os motores não aspiram água durante a chuva?

Enchente-em-SP: Defletores impedem que a água entre no sistema de admissão de ar© Quatro Rodas Defletores impedem que a água entre no sistema de admissão de ar
Por que os motores não aspiram água durante a chuva? – Sérgio Henrique, Parnaíba (PI)
O sistema de admissão de ar para o motor de um veículo é projetado para ter sua tomada em um local no qual a ingestão de água seja minimizada.
De acordo com Clayton Zabeu, membro da Comissão Técnica de Motores Ciclo Otto da SAE Brasil, essa tomada fica “escondida” atrás de defletores para evitar a entrada da água nos dutos de ar.
Caso algumas gotas entrem no sistema de admissão, a caixa do filtro possui um sistema de labirinto para separar essas gotículas do fluxo de ar que entrará no motor.
Veículos alagados: Reparos em veículos atingidos por enchentes podem custar até R$ 40.000© Internet Reparos em veículos atingidos por enchentes podem custar até R$ 40.000Se o carro for submetido a uma enchente, por exemplo, e a tomada de ar ficar submersa e houver invasão de água no sistema de admissão, certamente acontecerá o fenômeno do “calço hidráulico”.
Isso acontece quando a água entra nos cilindros e impede o curso total dos pistões, aumentando o esforço sobre os demais componentes e deformando-os. 
Diferentemente do ar, a água é um fluido praticamente incompressível, que, quando está presente no interior do cilindro de motores de combustão, gera altíssimas pressões durante o tempo de compressão dos pistões. Nesse caso, o calço hidráulico geralmente levará à quebra ou deformação de bielas, cilindros e pistões.
Se seu carro foi atingido por uma enchente, recomendamos cautela antes de autorizar o conserto. É preciso ver até que ponto a água atingiu.
Se foi só até o assoalho e o carro não é um modelo com muitos componentes eletrônicos (não tem câmbio automático ou acelerador by wire, sem cabo, por exemplo), o reparo é simples.
No entanto, se ele tem câmbio automático ou muita eletrônica embarcada, prepare o bolso e faça as contas para saber se realmente vale a pena.
Especialistas em recuperação de carros alagados estimam que o custo do serviço pode variar de R$ 500 a R$ 40.000 – ou até mais, dependendo da quantidade de componentes eletrônicos e da gravidade dos danos causados pela água.
Fonte:https://www.msn.com/pt-br/carros/servicos-e-manutencao/por-que-os-motores-n%C3%A3o-aspiram-%C3%A1gua-durante-a-chuva/ar-AAuys26?li=AAggNbi

Samsung tira sarro da Apple em seu novo comercial


Samsung Comercial

A guerra Apple x Samsung, que se estende pelos tribunais, também costuma aparecer nos comerciais publicitários. Desta vez a marca sul-coreana lançou um filme para tirar um sarro dos compradores do iPhone X, que se amontoaram em filas gigantescas para serem os primeiros a colocar as mãos na novidade da empresa de Cupertino.
O comercial passa por todos os lançamentos da Apple, acompanhando um usuário frequente da marca, e os "problemas" que ele enfrenta com cada iPhone como pouco espaço para armazenamento de fotos, tela pequena, a ausência de proteção contra água e carregamento sem fio. Em todos esses momentos, logicamente, havia um Samsung Galaxy bravamente vencendo essas dificuldades.
No final o usuário é convencido a adquirir um Samsung Galaxy Note 8 e deixar de lado o iPhone. Na cena final o rapaz passa em frente a uma loja da Apple com o anúncio do iPhone X e uma fila se formando. E é neste momento que notamos a parte mais engraçada da publicidade: uma das pessoas que está aguardando na fila, tem um corte de cabelo "inspirado" no novo design do iPhone X.
A moral da história para a Samsung é que a marca sul-coreana estaria sempre um passo à frente da Apple em inovações de hardware. E inicia assim mais um round na eterna briga entre as empresas e seus fãs.

Fonte:https://www.terra.com.br/noticias/tecnologia/canaltech/samsung-tira-sarro-da-apple-em-seu-novo-comercial,526eea4c3ce76e00ffa74b1eab80c63d70be7tf6.html

Nova teoria diz que humanos já falavam há 1,9 milhão de anos

Você fala. E isso é incrível. A Terra tem 4,54 bilhões de anos e nesse tempo todo a nossa espécie foi a única que deu um jeito de comunicar ideias complexas usando sequências de sons – ou, na ausência deles, sinais feitos com as mãos.
Tudo bem, macacos e golfinhos também usam vocalizações para transmitir mensagens. São formas simples e eficientes de comunicação, adequadas às necessidades desses animais.
Um determinado grito ou ruído pode indicar que há uma ameaça no ar – uma versão um pouco diferente pode indicar que o predador está no solo.
Por muito tempo, recados assim, telegráficos, foram os únicos com que nossos antepassados puderam contar.
Há mais ou menos 50 mil anos, porém, algo fora de série aconteceu: surgiu uma mutação genética que conferiu ao cérebro humano a capacidade de unir palavras como se fossem fractais – desenhos geométricos em que cada forma é feita de versões menores de si própria.
Calma, explico melhor. Isso aqui é um fractal:
E isso aqui é uma frase “fractal”:
João pediu a Maria que avisasse a Jorge que Ana disse a Júlio que eles iriam se casar.
Entendeu o paralelo? A estrutura se repete dentro de si própria.
Parece banal, mas não é. Com esse gene, nós nos tornamos capazes de dar ordens, organizar caçadas, conversar sobre o fato de que vegetais dão sementes, que essas sementes geram novos vegetais, e que isso acontece em intervalos de tempo previsíveis – já pensou no tamanho da sacada que foi entender e explicar o mundo ao redor? A capacidade de somar palavras é um dos pilares da civilização.
É uma história bonita, mas calma. É impossível saber se foi exatamente isso que aconteceu. O ato de falar não deixa fósseis, então tudo o que sabemos sobre o surgimento da linguagem envolve algum grau de especulação.
Quem propôs a teoria que você acabou de ler foi o linguista Noam Chomsky, do MIT – e ela é considerada bem aceitável por boa parte dos especialistas, embora não haja consenso.
Não é à toa: ser linguista e contestar Chomsky é como ser físico e contestar Einstein. Quase ninguém com um parafuso no lugar faz isso – além de inteligência, é preciso coragem para peitar um cara com tanta experiência e argumentos tão sólidos.
Foi por isso que o livro recém-lançado de Daniel Everett, da Universidade de Boston, causou rebuliço entre os céticos. Em How Language Began (“Como a linguagem começou”, sem tradução em português), ele defende que o Homo erectus, a espécie que está logo atrás da nossa na linha da evolução, já falava há 1,9 milhões de anos.
Não é a primeira vez que Everett, com o perdão do trocadilho, dá o que falar. Se você lê a SUPER há muito tempo, provavelmente se lembra de uma matéria sobre suas pesquisas publicada em 2007.
Logo de cara, a reportagem diz: “Eles não sabem contar, não diferenciam cores, não conhecem arte ou mitos, não entendem ficção. Os pirarrãs são apenas 350 índios escondidos no meio da selva amazônica. E, mesmo assim, colocam em risco a linguística moderna.”
No cerne da matéria está a recursividade, já explicada ali em cima: após passar uma longa temporada na Amazônia estudando o povo pirarrã, Everett concluiu que os pirarrãs não são recursivos. Ou seja, eles não seriam capazes de expressar a ideia de que “a amiga da tia da prima etc. da sua mãe” fez alguma coisa.
O problema disso é que, quando Chomsky afirmou que a capacidade de usar estruturas recursivas vem de fábrica, instalada no nosso DNA, ele fez mais do que encontrar algo que nos diferencia de todos os animais: ele colocou todos os seres humanos em pé de igualdade.
Na sua visão, todo mundo sai da barriga da mãe com as mesmas capacidades linguísticas – só mudam as línguas em que essa capacidade vai se manifestar.
Everett, por outro lado, afirma que cultura é mais importante que DNA: nós não viemos com quase nada instalado no cérebro. As estruturas gramaticais que usamos são adquiridas pela nossa imersão na cultura e nos costumes de nosso povo, e não por predisposição genética.
Seu livro novo é basicamente uma expansão dessa ideia. Se não é a recursividade que nos separa dos animais – ou seja, se a recursividade é um fenômeno cultural, e não genético –, então não dá para usá-la como o marco inicial da linguagem humana.
Nesse caso, é preciso encontrar outros critérios. Para falar, o primeiro passo do Homo erectus precisa ter sido a capacidade de associar um objeto ou som a algo que não está presente. É esse poder de evocação e representação abstrata que torna as palavras tão eficientes: elefante faz o bicho orelhudo aparecer na sua cabeça, mesmo que não haja um elefante perto de você.
Depois, é preciso unir esses sons que evocam imagens de coisas do mundo – as tais palavras – em conjuntos coerentes. E nesse ponto, crava Everett, já é possível dizer que estamos usando a linguagem. Evidências arqueológicas dão bons motivos para acreditar que isso aconteceu há 1,9 milhão de anos: a nova data. 
Na superfície, parece que o norte-americano apenas mudou o critério para definir um marco inicial.
Mas ele faz mais do que isso: ele considera a linguagem uma ferramenta que nós criamos conforme desenvolvíamos um cérebro grande suficiente para processá-la – e não como uma ferramenta que emerge da própria estrutura do nosso cérebro. Uma forma criativa e social de usar um computador, e não algo que já veio instalado de antemão no computador.
A discussão Chomsky vs. Everett é mais do que uma disputa científica. É uma disputa filosófica. Em última instância, eles são representantes de duas longas tradições das ciências sociais e humanas: uma que defende que a cultura é mais importante que a biologia, e outra que defende que a biologia é mais importante que a cultura.
Talvez nossos netos saibam a resposta. A maior parte dos cientistas, porém, ainda está com Chomsky – pelo menos no que diz respeito à linguagem.
Este conteúdo foi publicado originalmente no site da Superinteressante.

Fonte:https://exame.abril.com.br/ciencia/nova-teoria-diz-que-humanos-ja-falavam-ha-19-milhao-de-anos/


imagem-logo