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Teste do pezinho: tire suas dúvidas sobre o exame

O Teste do Pezinho é um exame feito a partir de sangue coletado do calcanhar do bebê. Ele permite identificar e impedir o desenvolvimento de doenças genéticas ou metabólicas que podem desencadear deficiência cognitiva e comprometer a qualidade de vida da criança.
teste do pezinho pode diagnosticar condições de saúde como hipotireoidismo congênito, fenilcetonúria, hiperplasia adrenal congênita, deficiência da biotinidase, fibrose cística e hemoglobinopatias (doenças que afetam o sangue).Resultado de imagem para Teste do pezinho: tire suas dúvidas sobre o exame
É importante fazer o Teste do Pezinho em todos os recém-nascidos, uma vez que as doenças identificadas pelo exame não apresentam sintomas ao nascimento e, se não forem tratadas cedo, podem levar à deficiência intelectual e causar sérios prejuízos para a qualidade de vida da criança. O teste do pezinho é feito nessa região do corpo por ser uma área bastante irrigada no corpo humano, facilitando assim a realização do exame.
Hoje em dia, o Teste do Pezinho Básico é obrigatório por lei em todo o território nacional. Alguns municípios, inclusive, não permitem que a criança seja registrada em cartório se não tiver feito o exame anteriormente.
Diversas maternidades já fazem o teste rotineiramente, antes da alta hospitalar, após as 48 horas de vida do bebê. Procure saber se isto é feito na maternidade onde nasceu o bebê. Caso o teste ainda não tenha sido feito, você poderá procurar o posto de saúde do seu município.

Contraindicações

Não há contraindicação para a realização do Teste do Pezinho

Teste do Pezinho no SUS

O Teste do Pezinho Básico é disponibilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), podendo ser feito gratuitamente nos hospitais ou em qualquer unidade de saúde. Entretanto, alguns hospitais disponibilizam versões mais completas do teste, que podem rastrear até 50 doenças, desde doenças metabólicas genéticas até infecciosas como a toxoplasmose congênita.

Como o Teste do Pezinho é feito

Para o Teste do Pezinho, é coletada uma amostra de sangue a partir do calcanhar do bebê com a retirada de algumas gotinhas de sangue para análise. O exame é feito no calcanhar porque é a uma região rica em vasos sanguíneos e menos dolorosa, facilitando a coleta.

Melhores Sucos Detox emagrecedores para perder barriga

Os sucos detox ajudam a emagrecer e limpar o organismo porque têm poucas calorias e são ricos em nutrientes que melhoram o funcionamento do intestino e do fígado. Além disso, esses sucos têm ação antioxidante, ajudando a fortalecer o sistema imunológico e são ricos em fibras, que melhoram o trânsito intestinal.
O ideal é tomar cerca de 500 ml de sucos detox diariamente, juntamente com uma alimentação saudável, para que os efeitos dos vegetais sejam potencializados. Saiba Porque é importante desintoxicar o o organismo.

1. Suco verde de couve, limão e pepino

Cada copo de 250 ml de suco tem aproximadamente 118,4 calorias.
Melhores Sucos Detox emagrecedores para perder barriga
Ingredientes
  • 1 folha de couve
  • suco de ½ limão
  • 1/3 de pepino sem casca
  • 1 maçã vermelha sem casca
  • 150 ml de água de coco
Modo de preparo: Bater todos os ingredientes no liquidificador, coar e beber a seguir, de preferência sem açúcar. Veja os benefícios do pepino e saiba porque ele emagrece.

2. Suco de couve, beterraba e gengibre

Cada copo de 250 ml de suco tem aproximadamente 147 calorias.
Melhores Sucos Detox emagrecedores para perder barriga
Ingredientes
  • 2 folhas de couve
  • 1 colher de folhas de hortelã
  • 1 maçã, 1 cenoura ou 1 beterraba
  • 1/2 pepino
  • 1 colher de café de gengibre ralado
  • 1 copo de água
Modo de preparo: Bater no liquidificador todos os ingredientes, coar e beber a seguir.

3. Suco detox de tomate

Cada copo de 250 ml de suco tem aproximadamente 20 calorias.
Suco detox de tomate
Suco detox de tomate
Ingredientes
  • 150 ml de suco de tomate pronto
  • 25 ml de suco de limão
  • Água com gás
Modo de preparo: Misturar em um copo os ingredientes e adicionar gelo na hora de beber.

4. Suco de limão, laranja e alface

5 dicas simples para emagrecer e perder barriga

Estas 5 dicas simples para emagrecer e perder barriga envolvem apenas mudanças de hábitos e podem ajudar a eliminar até 2 kg por semana. Mas é preciso seguir estas orientações diariamente e não ficar ansiosa, subindo na balança todos os dias, para verificar se emagreceu ou engordou.
O ideal é se pesar apenas 1 vez por semana, sempre no mesmo horário e levar em consideração se está no período menstrual porque nessa semana é normal estar um pouco mais inchada, o que reflete na balança.
Coloque seus dados aqui e saiba qual é o seu peso ideal:
anos
m
As dicas estão listadas por ordem de importância, começando por:

1. Ter horários regulares para comer

5 dicas simples para emagrecer e perder barriga
Seu corpo tem que aprender qual a hora de dormir, acordar e comer. Isso fará ele funcionar melhor, irá evitar a fome frequente e as idas noturnas à geladeira, que são as que mais engordam. Além disso, descansar pelo menos 7 horas por noite dá ânimo para cumprir os compromissos, fazer mais exercícios e resistir às tentações.
Por isso experimente colocar um alarme no celular para tocar de 3 em 3 horas para que você possa comer alguma coisa e assim não ficar com fome. Preferir alimentos com baixo índice glicêmico ajuda a não ficar com fome depois de comer somente 1 pera, por exemplo. Veja os alimentos mais indicados clicando aqui.

2. Beber muitos líquidos durante o dia

5 dicas simples para emagrecer e perder barriga
Deve-se beber muitos líquidos entre as refeições, pois isso irá ajudar diminuir a fome e a retenção de líquidos porque quanto mais água você bebe, mais urina seu corpo produz, e com a sua eliminação também saem as toxinas que prejudicam o emagrecimento.
  • O que fica: água, água de côco, sucos naturais sem açúcar, chás sem açúcar;
  • O que sai: refrigerantes, sucos de caixinha, achocolatados e bebidas alcoólicas.
Os líquidos devem ser ingeridos preferencialmente até meia hora antes e depois das refeições. A quantidade de água recomendada necessária varia entre 1,5 e 2 litros por dia. Se você tem dificuldade de beber água veja como beber 2 litros de água por dia clicando aqui.

3. Fazer algum exercício físico

5 dicas simples para emagrecer e perder barriga
O tipo do exercício não é o mais importante, mas sim aproveitar todas as chances para queimar calorias sempre que possível. É importante que pratique uma atividade pelo menos 3 vezes por semana, veja um exercício muito fácil de fazer, que dura poucos minutos e deixa a barriga durinha em: Como fazer abdominais hipopressivos para perder barriga. Além disso, algumas atividades e escolhas diárias podem fazer toda a diferença, por isso experimente: 
  • Subir escadas ao invés de usar o elevador;
  • Descer uma parada antes do trabalho ou da escola e caminhar o restante do percurso;
  • Sair para um passeio de 10 min depois do almoço;
  • Levar o cachorro para passear à noite.
Para aumentar o gasto de energia, tente fazer caminhadas de pelo menos 45 min, 3 vezes por semana, pois esse é um dos melhores exercício físico para perder peso, mas faça também alguns exercícios de resistência como a musculação, para complementar o treino.

4. Comer de tudo, mas com moderação

5 dicas simples para emagrecer e perder barriga
O corpo precisa de todos os nutrientes e dietas que proíbem os carboidratos fazem com que o peso aumente novamente pouco tempo depois. Assim, as melhores dicas são:
  • Preferir leites e derivados desnatados;
  • Adicionar sementes no sucos e iogurtes, como linhaça e chia;
  • Comer 3 castanhas ou 3 amendoins por dia;
  • Escolher apenas uma fonte de carboidrato por refeição: bolachas sem recheio ou pão aos lanches; arroz, batata ou macarrão no almoço ou no jantar;
  • Comer salada crua antes do almoço e do jantar;
  • Comer pelo menos 3 frutas por dia.
Mesmo em pequenas quantidades durante o dia, as frutas e legumes fornecem muitas fibras e vitaminas e, por isso, é fonte de saúde e ajuda a emagrecer e perder barriga. Veja como fazer compras saudáveis no supermercado e manter a dieta.

5. Não ficar com fome

5 dicas simples para emagrecer e perder barriga
Fazer pequenas refeições a cada 3 horas pode parecer exagerado, mas é certo que a fome não aparece. Dessa forma, as porções de comida, aos poucos, vão diminuindo e o peso também. Siga as dicas:
  • Colocar lembretes no celular ou na agenda avisando a hora de comer;
  • Tenha sempre na bolsa castanhas, frutas in natura ou frutas secas como lanches fáceis mesmo na rua;
  • Os melhores lanches são: 1 fruta + 5 bolachas sem recheio ou 1 iogurte desnatado + 1 pão integral com manteiga.
Ficar sem comer faz com seu corpo economize calorias, gastando menos do que deveria e transformando todo alimento extra em estoque de gordura.

Como emagrecer com saúde

Se parece que emagrecer é muito difícil, pode ser importante consultar um endocrinologista para analisar se a glândula tireoide está funcionando como deveria. Além disso, um nutricionista, ou médico nutrólogo, pode ser consultado para estabelecer regras de regime alimentar personalizadas e, assim, ficar mais simples de cumprir. Somado a isso, é muito bom ter alguém a mais no "time", torcendo e cobrando resultados.
Nos casos em existe algum problema de saúde, como gastrite, asma, osteoporose, ou mesmo apenas uma limitação de mobilidade, a orientação e conselho dos médicos, para conciliar a dieta com o uso de medicamentos e com a devida adaptação à doença, é fundamental para que seja possível emagrecer melhorando a qualidade de vida, e não o contrário.
Fonte:https://www.tuasaude.com/5-dicas-simples-para-emagrecer-e-perder-barriga/

O que fazer para combater o Estresse e a Ansiedade

Para combater o estresse e a ansiedade é importante diminuir as pressões externas, encontrando alternativas para que o trabalho ou o estudo possa ser realizado de forma mais tranquila. Também é indicado encontrar o equilíbrio emocional, sendo capaz de administrar melhor o tempo entre trabalho, família e dedicação pessoal.
Buscar apoio em outras pessoas como um bom amigo, ou até mesmo um psicólogo, também pode ser uma boa estratégia para viver os dias com mais qualidade e menos estresse.
O que fazer para combater o Estresse e a Ansiedade
O que fazer para combater o Estresse e a Ansiedade
Por isso, indicamos algumas orientações que poderá seguir para combater o estresse e a ansiedade:

1. Praticar exercícios

Investir em, pelo menos, 30 minutos diariamente para fazer algum tipo de exercício físico traz benefícios para as emoções, um tempo para pensar nos problemas e encontrar estratégias para solucioná-los, diminui a quantidade de cortisol, que é um hormônio ligado ao estresse, e ainda libera endorfinas na corrente sanguínea que promovem o bem-estar. 
Os exercícios mais indicados são os aeróbicos e os menos aconselhados são os de competição porque podem agravar o estresse. É possível começar com caminhadas na rua, na praça, na praia ou andar de bicicleta, por exemplo., mas se for possível, matricule-se numa academia de ginástica para se sentir mais motivado em tornar esse hábito frequente.

2. Comer os alimentos certos

Banana, nozes e amendoim são alguns exemplos de alimentos que promovem o bem-estar físico e por isso deve-se investir no seu consumo diariamente, aumentando a quantidade, sempre que estiver cansado ou estressado. Os alimentos ricos em ômega 3, como salmão, truta e sementes de chia, também são excelentes opções porque melhoram o funcionamento do sistema nervoso, diminuindo o estresse e o esgotamento mental.

3. Descansar

O cansaço físico e mental é dos desencadeantes do estresse e da ansiedade, por isso ter tempo para conseguir descansar todas as noites é uma grande ajuda para desestressar. Aproveitar os fins de semana para conseguir relaxar um pouco e descansar também pode ajudar, mas se isso não for suficiente, pode ser preciso tirar alguns dias de férias de fim de semana a cada 3 meses, num local que goste e que possa descansar tranquilamente.
As massagens também podem ajudar a combater a tensão muscular, trazendo alívio para a dor nas costas e a sensação de peso na cabeça e no pescoço. Assista no vídeo a seguir como vencer a insônia:

4. Investir em calmantes naturais

Os ansiolíticos só devem ser tomados quando indicados pelo médico, no entanto existem diversos remédios naturais à base de plantas medicinais que podem ser úteis para ajudar a acalmar o sistema nervoso. Alguns exemplos são as cápsulas de valeriana ou maracujina e os chás de lavanda ou camomila, que quando ingeridos regularmente podem ajudar a ter uma noite de sono reparador. Pingar 2 gotas de óleo essencial de lavanda no travesseiro, também pode ajudar a acalmar e dormir com mais facilidade.
Quando estes parecem não ser suficientes para controlar o estresse ou a ansiedade, deve-se ir ao clínico geral para que ele possa investigar a necessidade e recomendar o uso de antidepressivos, por exemplo.

5. Fazer terapia

Aprenda a fazer um hambúrguer de carne caseiro – e mais magrinho

Quando a gente pensa em hambúrguer para preparar em casa, mas sem enfiar o pé na jaca, muitas receitas levam exclusivamente vegetais, como lentilha, feijão, verduras e cogumelos. Mas, para quem não dispensa a carne vermelha, também dá para chegar a um lanche em versão equilibrada.
A primeira dica: quanto mais magra a carne, melhor. Por isso, patinho, coxão mole e maminha são excelentes opções. Se quiser, também dá para substituir a carne por peito de frango moído. É só usar azeite para deixá-lo suculento. Assar o hambúrguer no forno é outra opção bacana.
Na hora de montar o sanduíche, prefira pães com maior teor de farinha integral, grãos ou farelo. Isso significa que fornecem fibras. E, claro, não se esqueça dos vegetais para acompanhar – tomate e alface são os mais clássicos.
A receita abaixo foi sugerida pela nutricionista Gabriela Kapim, apresentadora do canal GNT. Vamos testar?

Ingredientes

1 cenoura
1 cebola
2 colheres (sopa) de salsinha
2 colheres (sopa) de molho de soja light
1 fatia de pão de fôrma integral
500 gramas de carne moída
2 colheres (sopa) de cebolinha
Sal e pimenta a gosto

Modo de preparo

Bata a cenoura, a cebola e a salsinha no processador, cada uma separadamente. Numa panela, refogue a cebola e a cenoura. Tempere com o molho de soja. Em uma vasilha, esfarele o pão e junte a carne. Acrescente a cenoura refogada, a cebolinha, o sal e a pimenta. Misture bem os ingredientes até formar uma massa. Modele os hambúrgueres e deixe-os dourar dos dois lados em uma frigideira quente.

Fonte:https://saude.abril.com.br/alimentacao/aprenda-a-fazer-um-hamburguer-de-carne-caseiro-e-mais-magrinho/

Doença de Gaucher ganha novo tratamento no Brasil. O que é?

Em 1994, o tratamento da doença de Gaucher passou por uma revolução, com uma injeção que repõe a enzima beta-glicosidase – ela mal é produzida por esses pacientes. E, agora, está chegando ao Brasil o primeiro remédio de uso oralcontra essa síndrome rara, o que garante conforto e praticidade.
Nos estudos que garantiram sua aprovação, o novo tratamento, da farmacêutica Sanofi Genzyme, obteve uma eficácia parecida com as injeções. Só que os comprimidos foram considerados mais amigáveis pela enorme maioria dos voluntários.
Antes de esmiuçar o novo tratamento, no entanto, é necessário entender a doença. Quais suas causas e seus sintomas? E o diagnóstico, como fica?

O que é a doença de Gaucher?

Trata-se de uma desordem genética que provoca uma deficiência na produção da enzima beta-glicosidase. A substância é responsável por, dentro de estruturas celulares chamadas lisossomos, quebrar algumas moléculas para que elas sejam recicladas.
Pois bem: na ausência dessa enzima, há um acúmulo de uma partícula chamada glicosilceramida (ou GL1 para os mais íntimos). É uma espécie de lixo que, digamos, incha certas células do sangue – os macrófagos. Nesse estado, eles perdem sua função, ganhando o apelido de células de Gaucher.
Essas unidades, por sua vez, acabam se acumulando em locais como o fígado, o baço e a medula óssea. Daí disparam os sintomas que veremos logo na sequência.
“No Brasil, temos quase 900 pacientes diagnosticados. Mas é possível que outras pessoas sofram com ela, porque a detecção de uma doença rara nunca é fácil. Os sintomas não são conhecidos ou associados ao problema”, afirma a pediatra Ana Maria Martins, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Sintomas e consequências

O acúmulo das células de Gaucher aumenta em duas vezes o tamanho do fígado e em até incríveis 70 vezes o do baço. “Uma criança que atendi parecia ter uma barriga de grávida”, exemplifica Ana Maria.
Claro que nem todos os casos provocam um inchaço tão acentuado, mas, de fato, a barriga costuma crescer bastante. E, sim, esse e outros sinais já tendem a dar as caras na infância, embora possam aparecer somente na fase adulta.
O comprometimento do baço, aliado à alta concentração de células de Gaucher na medula óssea, também abala a produção de sangue. “Como consequência, o paciente desenvolve anemia e fica cansado”, explica a médica.
Sangramento pelo nariz e manchas roxas na pele também podem afetar os enfermos.
Para piorar, a síndrome vai enfraquecendo os ossos. Com o tempo e sem tratamento, surge a osteoporose e as consequentes fraturas graves. O indivíduo ainda corre o risco de padecer com as crises ósseas, que são acessos de dor extrema no esqueleto.

Diagnóstico

Quando o médico desconfia da doença de Gaucher por causa dos sintomas, a confirmação é relativamente simples. “Medimos a concentração da enzima beta-glicosidase com exames de sangue. Se ela estiver em falta, está feito o diagnóstico”, esclarece Ana Martins.
O problema é justamente suspeitar do quadro. Em um país como o nosso, muitas vezes o inchaço na barriga da doença de Gaucher é confundido com um caso de esquistossomose (barriga d’água), por exemplo.
Não à toa, mesmo que os sintomas tenham aparecido nos primeiros anos de vida, a descoberta de que estamos diante desse problema raro ocorre frequentemente na fase adulta.

O tratamento

Câncer de rim ganha mais dois tratamentos modernos no Brasil

Há duas novidades para enfrentar o câncer de rim no Brasil. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso combinado dos remédios ipilimumabe e nivolumabe, da farmacêutica Bristol-Myers Squibb, e a medicação cabozantinibe, da Ipsen, para o tratamento de tumores renais metastáticos – quando já se espalharam para outros órgãos.
“São boas opções para essa doença. Cabe lembrar que, no Brasil, cerca de 30% dos cânceres de rim são diagnosticados em fase avançada”, contextualiza o oncologista Andrey Soares, do Centro Paulista de Oncologia. Vamos conhecer mais essas armas modernas?

Imunoterapia em dose dupla

Comecemos pelo combo ipilimumabe e nivolumabe. Ambas as drogas já são usadas em outros tipos de tumor, separadamente ou mesmo em conjunto. Elas estimulam as nossas próprias células de defesa a atacarem o câncer. Esse tipo de estratégia é conhecido como imunoterapia e faz parte de uma verdadeira revolução recente na oncologia.
No estudo que justificou a sua liberação, a união desses fármacos diminuiu a probabilidade de morte em 37% entre pacientes com tumor renal avançado que não haviam sido tratados anteriormente. Isso em comparação com voluntários que tomaram a droga sunitinibe, da Pfizer, considerada uma terapia padrão e que elevou o tratamento contra esse problema para outro patamar em 2005.
“Além disso, os imunoterápicos oferecem uma melhora na qualidade de vida”, completa Soares. “O paradigma de tratamento que tínhamos há mais de uma década para a doença foi quebrado”, arremata.
Cabe destacar que esses resultados foram observados em tumores renais avançados e mais agressivos. “Por meio de exames, nós separamos esse câncer basicamente em três categorias: risco baixo, intermediário ou alto. Essa combinação está indicada para as últimas duas”, esclarece Andrey.
O ipilimumabe e o nivolumabe são administrados por meio de infusões intravenosas dentro do hospital. A ideia de empregá-los em conjunto é a de incitar nosso sistema imune contra a enfermidade por diferentes vias.
Entre os efeitos colaterais, há a possibilidade de erupções na pele, coceira, cansaço, diarreia e dor de cabeça. Via de regra, sintomas bem mais tranquilos do que os experimentados com a químio.

Por que sentimos sede depois de comer doce? Entenda o motivo

sede depois de comer: sede-depois-comer© Foto: Getty Images sede-depois-comer
Ingerir alimentos cheios de açúcar ou sal muitas vezes gera uma vontade de beber água. O aparecimento de sede depois de comer doces tem explicação. Segundo a endocrinologista Vivian Estefan, ela está relacionada à tentativa do organismo de manter equilibrada a concentração de glicose nos líquidos do corpo.
No processo de digestão, o alimento no estômago é “quebrado” e as células de açúcar passam para a corrente sanguínea. Dessa forma, as comidas que contém alta quantidade do produto gerarão a necessidade de beber água.
“Quando se trata de alimentos de valor osmótico, que têm uma quantidade elevada de salou açúcar, a sensação de sede ocorre já na boca, sem passar pelo processo no estômago”, explica Vivian o motivo pelo qual a sede depois de comer doces aparece.
Para retomar o equilíbrio o mais indicado é ingerir água. Refrigerantes e outras bebidas não são uma boa alternativa para aliviar a sensação de sede depois de comer doces. “Os refrigerantes têm açúcar ou adoçante em sua composição, e isso interfere novamente no equilíbrio dos fluídos intra e extracelulares, fazendo com que o corpo exija ainda mais água”, aponta a endocrinologista.
De acordo com a especialista, um corpo saudável é composto por 60% de água. E para manter essa porcentagem correta é recomendado dois litros de água por dia. “Além da ingestão de líquidos, as pessoas também conseguem repor a água pelos alimentos, como vegetais, legumes e frutas”, finaliza.
Fonte:https://www.msn.com/pt-br/saude/nutricao/por-que-sentimos-sede-depois-de-comer-doce-entenda-o-motivo/ar-AAwHAv5

Conjuntivite alérgica em crianças é mais forte no Outono-Inverno

Conjuntivite alérgica em crianças é mais forte no Outono-Inverno: Crianças que apresentam rinite alérgica têm maior risco de apresentar alergias oculares© Pixabay Crianças que apresentam rinite alérgica têm maior risco de apresentar alergias oculares
Todos os pais sabem que outono e inverno são sinônimos de agravamento de problemas alérgicos, respiratórios e oftalmológicos, como a conjuntivite alérgica. Esta condição é mais comum entre os meses de abril e setembro e afeta, principalmente, crianças que já apresentam quadros de alergia respiratória, como a rinite.
Estima-se que as alergias oculares, como a conjuntivite, afetam de 15 a 20% da população mundial, sendo o clima um dos principais fatores de risco. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Departamento de Oftalmologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), as causas mais comuns da conjuntivite alérgica são pó, ácaros e pólen.
Segundo a oftalmopediatra, Dra. Marcela Barreira, geralmente a conjuntivite alérgica está associada a um quadro respiratório, como a rinite. “O clima mais frio é o principal desencadeador das crises alérgicas. Isso porque há uma maior exposição aos agentes alergênicos, como pó e ácaros. É muito comum no outono e no inverno, quando as crianças ficam mais dentro de casa e têm um maior contato com cobertores, tapetes e malhas de lã, objetos muito propícios ao acúmulo de pó e ácaros”, observa.
Rinite aumenta risco de alergia ocular
De acordo com o Estudo Internacional sobre Asma e Alergias na Infância (ISAAC), no Brasil cerca de 29% dos adolescentes e 25% das crianças em idade escolar sofrem com sintomas relacionados à rinite alérgica e, portanto, estão mais suscetíveis a apresentarem também alergias oculares e outras alergias, como dermatites, por exemplo.
“Pacientes com conjuntivite alérgica apresentam coceira nos olhos, vermelhidão e secreção. Entretanto, diferentemente da conjuntivite provocada por bactérias ou vírus, a secreção da conjuntivite alérgica é mais clara e a coceira é muito mais intensa. É também um tipo de conjuntivite mais prolongada, mais crônica, diferente dos quadros agudos, característicos das conjuntivites infecciosas”, comenta Dra. Marcela.
A oftalmopediatra explica que outra diferença da conjuntivite alérgica para as conjuntivites bacterianas ou virais é o tempo de resolução. “Nas conjuntivites infecciosas o tratamento é rápido e a condição costuma se resolver entre 7 e 14 dias. Já as conjuntivites alérgicas duram mais tempo e o tratamento deve levar em consideração também o tratamento preventivo da alergia para evitar crises”, afirma.
Como é feito o tratamento
De acordo com Dra. Marcela, assim como todo quadro de alergia, a conjuntivite alérgica tem picos de melhora e de piora e, por isso, dependendo da frequência com que ela aparece, o tratamento pode ir além de antialérgicos e colírios.
“Existem crianças que apresentam um quadro um pouco mais intenso e frequente. Se não for tratada corretamente, a conjuntivite alérgica pode causar sequelas, como lesões de córnea”, explica.
A escolha do melhor tratamento e a necessidade de cada criança são determinadas pelo oftalmopediatra. Mas, em alguns casos, pode ser necessário o uso de corticoides, por exemplo.
Prevenção
Se seu filho (a) é alérgico (a), é possível adotar algumas medidas preventivas que ajudarão a evitar o desencadeamento das crises. Veja abaixo:
- Mantenha a casa e o quarto das crianças sempre limpos, evitando o acúmulo de pó
- Preste atenção principalmente nos bichinhos de pelúcia, que tendem a acumular ácaros e poeira. O ideal é mantê-los guardados, para evitar o acúmulo de poeira
- No quarto da criança evite colocar cortinas e tapetes. Se colocar, lave-os a cada 15 dias
- Lave as roupas de lã e/ou de frio antes de usá-las. Geralmente são agasalhos que ficam muito tempo guardados, acumulando ácaros e, às vezes, até desenvolvendo mofo
- Tome cuidado com o ar condicionado. O filtro deve ser sempre limpo
- Em vez de vassouras, prefira o aspirador de pó, que não espalha a poeira no ar e passe um pano úmido no chão em seguida
- Lembre-se que travesseiros e colchão também acumulam ácaros. Coloque-os para tomar sol ou use capas antialérgicas.
Fonte:https://www.msn.com/pt-br/saude/medicina/conjuntivite-al%C3%A9rgica-em-crian%C3%A7as-%C3%A9-mais-forte-no-outono-inverno/ar-AAx3y4d?li=AAggPNl


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