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A Vida me ensinou
A vida me ensinou a dizer adeus às pessoas que amo, sem tirá-las do meu coração;
Sorrir às pessoas que não gostam de mim, para lhes mostrar que sou diferente do que elas pensam;
Fazer de conta que tudo está bem quando isso não é verdade, para que eu possa acreditar que tudo vai mudar;
Calar-me para ouvir; aprender com meus erros. Afinal eu posso ser sempre melhor.
A lutar contra as injustiças; sorrir quando o que mais desejo é gritar todas as minhas dores para o mundo.
A ser forte quando os que amo estão com problemas; ser carinhoso com todos que precisam do meu carinho; ouvir a todos que só precisam desabafar;
Amar os que me machucam ou querem fazer de mim depósito de suas frustrações e desafetos; perdoar incondicionalmente, pois já precisei desse perdão;
Amar incondicionalmente, pois também preciso desse amor; a alegrar quem precisa; a pedir perdão; a sonhar acordado; a acordar para a realidade (sempre que fosse necessário); a aproveitar cada instante de felicidade; a chorar de saudade sem vergonha de demonstrar;
Me ensinou a ter olhos para "ver e ouvir estrelas", embora nem sempre consiga entendê-las; a ver o encanto do pôr-do-sol;
A sentir a dor do adeus e do que se acaba, sempre lutando para preservar tudo o que é importante para a felicidade do meu ser; a abrir minhas janelas para o amor; a não temer o futuro;
Me ensinou a aproveitar o presente, como um presente que da vida recebi, e usá-lo como um diamante que eu mesma tenho que lapidar, lhe dando forma da maneira que eu escolher.
(Charles Chaplin)
História de vida real
Bom meu nome não importa muito mas sim o que fiz as pessoas que foram mais importantes na minha vida, vou tentar resumir o maximo.
Eu sempre gostei de uma menina que era colega de minha irmã mas quando nos encontravamos nos corredores de nossas casas sempre brigavamos, uma vez disse a ela que um dia ainda iriamos namorar ela deu risada mas eu acho que no fundo ela também achava isso.
depóis de uns tempos houve um primeiro beijo ai não nos largamos mais, briguinhas aqui ,ali mas sempre acabavamos juntos até que um dia não me recordo muito bem fui pedir para os pais dela para namorar em casa , que inclusive são os meus padrinhos de batismo fui batizado com dezoito anos.
O namoro foi ficando cada vez mais serio ai aconteceu dela engravidar não tinhamos nada para casar saimos de casa só com a roupa do corpo ficamos uns dias na casa de minha irmã casada , mais nova que eu , eu via minha mulher grávida deitar no chão com aquele barrigão me cortava o coração mas estavamos de favor na casa de outras pessoas ela não se importava porque estavamos juntos só isto importava para ela.
O tempo foi passando depóis de uma semana ou duas os pais dela sabiam onde estavamos pediu para irmos na casa dela foi muito dificíl para nós eles falaram que erramos mas que não precisavamos ter fugido, passou um tempo o tio dela que fora um grande amigo meu na infância e que na epoca tambem namorava uma irmã minha havia se casado há pouco nas mesmas condições que nos.Conversamos os dois casais o tio dela e eu e a minha esposa que e sobrinha dele , resolvemos alugar uma casa grande de quatro cômodos e dividir o aluguel já que a situação não estava boa prá ninguém , eu já estava trabalhando era ajudante trabalhava todos os finais de semana com medo de faltar alguma pra ela e pro bebê,foi dificíl mas conseguimos depóis de um ano o meu sogro tinha terminado a casa de cima e nos chamou para morarmos na casa dele , conversei com minha mulher e fomos, nasceu o nosso primeiro filho um menino hoje se encontra com 23 anos e tem dois filhos ( meus netos ) nao tenho muito contato com o segundo neto mas se Deus me der mais outra chance resolverei este problema passaram-se mais cinco anos veio o segundo filho , agora uma menina hoje com 18 anos linda ela o rapaz
Caso triste da vida real; A história de uma jovem
Loira, olhos claros e com um sorriso largo. Graduada, religiosa e com um idioma estrangeiro no currículo. Uma jovem que parecia estar imune à infelicidade ou até mesmo a agressão de um homem. Mas não foi o que a vida lhe reservou aos 27 anos, quando por intermédio de colegas conheceu um companheiro. Como tempo se transformou no seu ‘pior pesadelo’, sendo que a única saída foi viajar para o exterior e começar uma vida nova.
Foram nove meses de relacionamento, no qual ela tenta esquecer, mas que carregará as marcas pelo resto de sua existência. Já nos primeiros dias o namorado deu sinais da sua dominação, pedindo para ela parar de trabalhar, além de exagerar um pouco na bebida alcoólica e fazer a tal ‘pressão psicológica’.
“Quando não bebia, era uma pessoa excelente e demonstrava as suas melhores qualidades, parecia mesmo ser o homem da minha vida, como ele mesmo dizia. Porém alcoolizado ele me pedia para sair do trabalho, porque ali iria sempre ganhar um ‘salariozinho’ e não ter perspectivas de vida. E me enchia de presentes caros, queria que eu estivesse sempre impecável, uma princesa”, diz a jovem.
Com o ‘jeitinho feminino’, a jovem até conseguiu por um tempo afastá-lo das más companhias, fazendo com que o empresário, na época, se dedicasse somente aos seus negócios. Mas as recaídas foram piorando cada vez mais as coisas e ela teve de tomar uma decisão drástica.
“Ele chegou a ficar por um mês e meio longe dos amigos, mas quando voltava era pior. E passou da bebida para a droga, frequentando bares com desembargadores, advogados e pessoas que nem pareciam fazer essas coisas. Num dia destes, comemorando o ‘Dia dos Pais’ em família, ele chegou alcoolizado, fazendo ameaças a todo mundo”, conta a jovem.
Ali, por medo ela cedeu e o pior estava por vir. O agressor dizia estar passando mal, pediu ajuda e, após desencontros, eles começaram a morar juntos. Em pouco tempo ele começou as agressões físicas e a jovem teve de procurar a polícia. “Assim que me bateu eu liguei para o advogado dele, porém este falou que não iria fazer nada. E até a família dele me pedia para perdoá-lo. A única saída foi falar com o meu irmão para me tirar de casa”, relembra a vítima.
Nessa época o empresário já havia ordenado a ela para que removesse a queixa contra ele, porém a alteração na lei Maria da Penha fez com que o processo continuasse em andamento. Alguns dias se passaram e o ápice foi no dia 8 de agosto de 2012.
“Muito alterado, ele me espancou e eu fugi de casa, com a ajuda do meu irmão. Outras pessoas próximas em um comércio também não se importaram e eu tive de ir direto para a delegacia, por conta das várias ameaças de morte. Logo depois eu adquiri um empréstimo no banco e com o dinheiro fui para os Estados Unidos”, fala a jovem.
Do outro lado do mundo, sem a família e com o coração partido
Sozinha, a jovem ainda tinha de lidar com o agressor que perturbava a sua família, principalmente por não acreditar que ela tinha viajado. “Ele só parou quando eu liguei para a irmã dele e pedi para não me perturbar mais. Fiquei refém dele por um bom tempo, com medo das ameaças. Mas o tempo passou e agora minha atenção é redobrada com os homens”, comenta a jovem.
’Americanizada’, a jovem trabalhou de babá (nanny), subgerente (sister manager) em uma pizzaria e até ajudante de limpeza (cleaner) em clínicas para crianças e em uma empresa de referência mundial no transplante de órgãos, localizadas em Boston e Massachussets.
“Foi um tempo de amadurecimento pessoal muito grande. Aprendi muito e tinha a minha liberdade. Também não foi fácil conquistar o meu dinheiro e até propostas de prostituição e de dançarina eu obtive, sem jamais aceitar. E nesta última empresa de transplantes, o engraçado é que tive medo de morrer, porque via os profissionais com rins e outros órgãos, me deixando muito curiosa”, afirma a jovem.
Vencido o seu prazo de estadia no dia 29 de fevereiro de 2013, ela embarcou para o Brasil. “Eu descobri que tinha direito ao refúgio, com muitos benefícios, mas só poderia voltar após dez anos. Não quis abandonar meus pais, mas tenho a intenção de voltar pra lá. E é engraçado que estou em um período de reabilitação, readequando o sono e a alimentação”, avalia aoMidiamax a jovem.
Ao lado da família, a bela jovem agora cuida da vida profissional, com planos de abrir um site e ministrar cursos na sua área. “Tentei poupá-los o quanto pude e hoje em dia é só felicidade. Infelizmente vejo mulheres perdendo o amor próprio e por isso acontecem tantos casos de violência doméstica e frustrações”, finaliza a jovem.
Fonte:http://www.camapuanews.com.br/noticia.php?cod=17621&title=Caso-triste-da-vida
Democracia é para todos

O Brasil vive a oportunidade ímpar de passar a limpo as relações entre público e privado e seguir um caminho rumo a um futuro em que a ética e a moral não sejam consideradas valores supérfluos, como tem ocorrido nas últimas décadas.
Essa chance não pode ser desperdiçada pela ultrapassagem indevida do limite que separa a aplicação correta da lei do cometimento de abusos por parte de quem detém o poder de repressão.
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seus dirigentes e conselheiros, têm dado sua contribuição para ver superada a crise ética. Sobretudo, a atuação da OAB tem sido de protagonismo e comprometida com os valores do Estado Democrático de Direito. É grande o empenho da instituição para fazer cumprir a lei. Isso requer, por um lado, que o rigor da Justiça recaia de forma igual sobre todos. Por outro lado, é necessário que todas as cidadãs e cidadãos tenham garantidos os direitos ao devido processo legal, à ampla defesa e ao contraditório. A Ordem não abre mão disso.
Por meio de suas seccionais e subseções, além da atuação do Conselho Federal, a OAB tem se manifestado e atuado contra abusos cometidos por autoridades. Infelizmente, em nosso país, ainda são recorrentes as notícias de violações de direitos praticadas nas mais diversas situações. É também um retrato lamentável e real do Brasil aquele que exibe as violações de prerrogativas da defesa, com grampos ilegais em conversas de advogados e seus clientes, uma prática sistematicamente combatida e repudiada pela OAB.
Recentemente, a Ordem dos Advogados foi ao Supremo Tribunal Federal para contestar a prisão após decisão em segunda grau e o uso indiscriminado e ilegal das conduções coercitivas, como foi amplamente noticiado pela imprensa.
A lei determina que esse instrumento seja usado só contra quem se nega a cooperar. Mas o que tem ocorrido é o contrário: pessoas são levadas “sob vara” sem sequer serem convocadas previamente. Não se pode combater o crime cometendo outros crimes. Não existe nenhum tipo de justificativa para o cometimento de ilegalidades e para que agentes do Estado atuem à margem da lei.
Mas é preciso superar esse momento difícil. Por isso, a OAB não se abstém de cumprir com sua tarefa constitucional, que é de zelar pelo correto cumprimento da Constituição. Assim como ocorreu em 2016, quando a OAB concluiu pelo impeachment de Dilma, a decisão sobre o caso de Michel Temer no Conselho Federal foi precedida de ampla consulta às seccionais da OAB nos Estados.
A conclusão jurídica dos legítimos representantes da advocacia brasileira é de que o presidente cometeu crime de responsabilidade ao tomar conhecimento de atos ilícitos e nada fazer. A Constituição é clara: o impedimento é a punição adequada para o presidente da República.
Maior entidade da sociedade civil brasileira, com 1 milhão de inscritos, a OAB conseguiu sair unificada das duas decisões sobre impeachment. Há, como é normal e saudável em qualquer entidade democrática, pessoas que pensam de forma diferente da maioria. O impeachment de Temer foi apoiado por 25 bancadas (cada uma representando um Estado) contra 1 bancada. No caso de Dilma, foram 26 a favor e 1 contra.
As duas decisões também foram tomadas com a urgência cabível à situação. Em ambos os casos, a OAB esperou a homologação das delações e requereu que o STF tornasse públicos os documentos e provas capazes de embasar uma análise séria.
Todas as decisões da OAB são amplamente debatidas com os representantes eleitos pelas advogadas e advogados. E os ex-presidentes da instituição, que ajudaram a tornar a OAB uma das mais sólidas da democracia brasileira, têm direito a voz em todas as reuniões. Para isso, basta que exerçam seu direito comparecendo às sessões e colaborando com a entidade em momento de tamanha dificuldade para a Nação.
A tentativa de dar cunho ideológico, partidário ou corporativo ao processo de saneamento moral do País não faz sentido, venha de onde vier.
Moral não tem lado nem ideologia, tem princípios. Justiça não é de direita nem de esquerda, simplesmente é, nos termos da lei.
A OAB adota um sistema de funcionamento democrático, dotado de todos os méritos e defeitos próprios de uma democracia. É preciso tratar com respeito as diferenças e compreender o outro.
A OAB também não deve, de forma alguma, servir para representar os interesses dos clientes dos advogados. A instituição tem uma dupla função: a de trabalhar pela advocacia e a de cumprir seu papel constitucional, defendendo o sistema de direitos e garantias. Não há, dentro da OAB, os mais iguais, assim como não deve haver no Brasil.
É neste contexto que a Ordem continuará sendo uma das instituições mais sólidas do país, com atuação marcante e decisiva nos momentos mais críticos da história nacional, defendendo a ruptura com os privilégios e com a impunidade e também defendendo o fim dos abusos e do desrespeito ao devido processo legal.
O partido da OAB é o Brasil e sua ideologia a constituição federal!
Fonte:http://noblat.oglobo.globo.com/artigos/noticia/2017/07/democracia-e-para-todos.html
"Estão tentando tirar do ar", diz Gabriel O Pensador sobre novo clipe; confira
O novo clipe de Gabriel O Pensador intitulado “Tô feliz (matei o presidente) 2”, está repercutindo nas redes sociais. A música que vem dividindo opiniões, já ultrapassou a marca de 2 milhões de visualizações no YouTube e está circulando por WhatsApp, às vésperas da votação de uma nova denúncia contra o peemedebista, marcada para esta quarta-feira, dia 25.
O artista usou sua página pessoal no Facebook para revelar que já foi avisado de que estariam tentando retirar o material da internet. "Acabei de receber um recado de um amigo de Brasília de que estão tentando tirar a música do ar. Não sei mais do que isso. Quando o governo Collor censurou minha primeira música, não existia a internet!", declarou ele, se referindo a uma versão, dos anos 1990, para o ex-presidente Fernando Collor, que acabou sofrendo impeachment.
Em Hoje eu tô feliz (matei o presidente) 2, Gabriel o Pensador começa com as imagens de uma tribo indígena, depois acorda e vai se entregar na delegacia pedindo que o prendam porque quer ir à Brasília dar um tiro em Temer. "Aí que maravilha, mata mesmo esse vampiro, mas um tiro é muito pouco, Gabriel", responde o personagem do policial. A música faz referência às denúncias da delação da JBS. "Áudio e vídeo divulgados, mas não é julgado, já tinha comprado vários deputados, fora o foro privilegiado".
Veja o clipe e tire suas conclusões:
Fonte:http://radardabahia.com.br/noticia/35419,esto-tentando-tirar-do-ar-diz-gabriel-o-pensador-sobre-clipe-t-feliz-matei.html
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