Torcedores do Atlético-PR tentaram invadir setores
da Arena da Baixada após a derrota de 2 a 0
para a Ponte Preta, na noite deste domingo. A Polícia Militar
precisou reforçar a segurança dentro do estacionamento por onde alguns
torcedores tentaram ter acesso ao estádio.
Segundo seguranças do clube, uma bomba foi lançada
em uma das portas do estádio por onde os carros saíam. Não há nenhum registro
de pessoas feridas. Os portões ficaram totalmente fechados por 20 minutos,
entre 22h e 22h20, pouco mais de uma hora após o fim da partida.
Os policiais bloquearam a entrada principal do
estacionamento, evitando também que os carros estacionados saíssem. Em seguida,
ainda sob protestos do lado de fora, os veículos passaram a usar a saída da
Avenida Getúlio Vargas, que comumente é utilizado apenas como área de serviço.
Lá, seguranças relataram a explosão de uma bomba.
Na sequência, seguranças fecharam os dois portões
da Arena da Baixada e pediram para que os veículos fossem desligados e os
faróis, apagados - para não chamar atenção do lado de fora. Jornalistas e
jogadores - como o atacante Ribamar, que concedeu entrevista coletiva, e o
goleiro Weverton - precisaram esperar por 20 minutos.
Os protestos dos
torcedores começaram durante durante a partida. Ainda durante o
jogo, o técnico Fabiano Soares - em seu quarto jogo como treinador, mas o
segundo no banco - foi xingado de burro nas suas duas substituições feitas no
segundo tempo (Pablo por Eduardo da Silva e Nikão por Felipe Gedoz). O
presidente do conselho do clube, Mario Celso Petraglia, também foi bastante
xingado e, de forma irônica, os torcedores aplaudiram o gol de pênalti da Ponte
Preta já no final da partida.
Fonte: Globo Esporte
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